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Morfologia do fêmur distal em uma população brasileira: Desafiando o uso universal de 3° de rotação externa

Title: Morfologia do fêmur distal em uma população brasileira: Desafiando o uso universal de 3° de rotação externa
Authors: Mameri, Enzo; Ballarini, Isabelle Kaptzky; Leonel, Maria Beatriz Pinheiro; Ferreira, Marcio de Castro; Luzo, Marcus Vinicius Malheiros; Kubota, Marcelo Seiji
Source: Revista Brasileira de Ortopedia ; volume 60, issue 01, page 001-007 ; ISSN 0102-3616 1982-4378
Publisher Information: Georg Thieme Verlag KG
Publication Year: 2025
Description: Resumo Objetivo Avaliar, em uma população brasileira, o ângulo de rotação externa entre o eixo transepicondilar (ETE) e o eixo condilar posterior (ECP), a fim de estipular se o uso universal de 3° de rotação externa do componente femoral é apropriado neste grupo de pacientes na artroplastia total do joelho (ATJ). Métodos O ângulo de rotação externa foi medido em 167 imagens de ressonância magnéticas utilizando-se 4 métodos diferentes para o ECP, de acordo com os pontos de referências posteriores: medida A – proeminências condrais; medida B – proeminências ósseas; medida C – proeminências ósseas lateral e condral medial; e medida D – proeminências condral lateral e óssea medial. As medidas obtidas foram comparadas estatisticamente com os valores tradicionais de rotação externa de 3° empregados na ATJ. Resultados As médias do ângulo de rotação externa para as medidas A,B,C,D foram de 5,44° ± 2,39°, 4,94° ± 2,10°, 8,56° ± 2° e 2,33° ± 2°, respectivamente. Todos os métodos de medição resultaram em diferenças significativas em relação ao valor universal de 3° (p > 0,0001). Diferenças estatísticas foram encontradas em todas as comparações intergrupos entre os métodos de medição (p > 0,0001), exceto na comparação entre as medidas A e B (p = 0,1614). Conclusão Utilizando um ponto de referência condral ou ósseo para o ECP, o ETE na população brasileira estudada apresentou aproximadamente 5° de rotação externa. A rotação tradicional do componente femoral de 3° em relação ao ECP pode ser insuficiente na população brasileira, sobretudo no joelho valgo. Assim, enfatizamos a importância de uma abordagem individualizada para alcançar o alinhamento rotacional ideal dos componentes na ATJ.
Document Type: article in journal/newspaper
Language: Portuguese
DOI: 10.1055/s-0044-1800923
DOI: 10.1055/s-0044-1800923.pdf
Availability: https://doi.org/10.1055/s-0044-1800923; http://www.thieme-connect.de/products/ejournals/pdf/10.1055/s-0044-1800923.pdf
Rights: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Accession Number: edsbas.3509B5FD
Database: BASE